{"id":2325,"date":"2025-10-09T20:23:18","date_gmt":"2025-10-09T23:23:18","guid":{"rendered":"https:\/\/marceloj.com\/b\/como-o-medo-da-vulnerabilidade-afeta-suas-relacoes-entrevista-ao-programa-rbn-noticias\/"},"modified":"2025-10-09T20:30:07","modified_gmt":"2025-10-09T23:30:07","slug":"como-o-medo-da-vulnerabilidade-afeta-suas-relacoes-entrevista-ao-programa-rbn-noticias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marceloj.com\/b\/como-o-medo-da-vulnerabilidade-afeta-suas-relacoes-entrevista-ao-programa-rbn-noticias\/","title":{"rendered":"Como o Medo da Vulnerabilidade Afeta Suas Rela\u00e7\u00f5es &#8211; ENTREVISTA ao programa RBN Not\u00edcias"},"content":{"rendered":"<h2>A Import\u00e2ncia da Vulnerabilidade nos Relacionamentos<\/h2>\n<p>Explorar a vulnerabilidade e compreender seu impacto nas rela\u00e7\u00f5es pessoais e profissionais s\u00e3o temas essenciais abordados na entrevista com Marcelo e Marcos no RBN Not\u00edcias. Eles discutem como o medo de mostrar fraquezas pode sabotar conex\u00f5es aut\u00eanticas e a resolu\u00e7\u00e3o de conflitos, tanto em casa quanto no ambiente de trabalho. A conversa gira em torno da necessidade de autoconhecimento e flexibilidade para criar um ambiente prop\u00edcio ao di\u00e1logo e \u00e0 colabora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com o Jornalista <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/marcos.disouza?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcos de Souza<\/a> do programa RBN Not\u00edcias, <a href=\"https:\/\/portalmundomaior.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Funda\u00e7\u00e3o Andr\u00e9 Luiz<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Medo da Vulnerabilidade<\/h3>\n<p>\u2014 <strong>Marcos:<\/strong> De n\u00f3s evitamos mostrar a\u00ed as nossas fraquezas, n\u00e9? Na pr\u00e1tica, Marcelo, como o medo de ser vulner\u00e1vel se manifesta no dia a dia das pessoas? E qual o custo invis\u00edvel que essa armadura emocional traz para a sa\u00fade dos nossos relacionamentos mais importantes?<\/p>\n<p>\u2014 <strong>Marcelo:<\/strong> Essa \u00e9 uma excelente pergunta, Marcos. Primeiro quero falar diretamente ao nosso ouvinte \u2014 at\u00e9 convido a deixar mensagem dizendo o que est\u00e1 sentindo.<br \/>\nAquele ouvinte que sempre cede, que nunca imp\u00f5e a pr\u00f3pria vontade ou ponto de vista\u2026 Muitas vezes ele at\u00e9 sabe o que pensa, mas n\u00e3o se posiciona: aceita a opini\u00e3o dos outros como se fosse a sua, fica chateado, se magoa. Por qu\u00ea? Por medo de magoar, de deixar algu\u00e9m chateado. E, por isso, se anula. Vai se recolhendo para o pr\u00f3prio mundo, e a\u00ed come\u00e7am a surgir quest\u00f5es psicol\u00f3gicas. Qual \u00e9 o impacto disso num relacionamento?<br \/>\nImagine um relacionamento sem di\u00e1logo. Onde, por medo pr\u00f3prio ou porque o outro n\u00e3o permite, apenas um lado decide e tem poder de escolha \u2014 e o outro se anula. Como algu\u00e9m se sentiria assim? Quando falamos disso, \u00e9 importante notar que o medo da fragilidade pode fazer tudo ruir \u2014 n\u00e3o s\u00f3 nos relacionamentos, mas no trabalho tamb\u00e9m. Vivemos o mundo da <a href=\"https:\/\/marceloj.com\/b\/superando-limites-como-desbloquear-seu-potencial-maximo-segredos-da-alta-performance\/\">alta performance<\/a>, da entrega, do resultado. E como se chega ao resultado? Colocando o seu ponto de vista. Muitas vezes \u00e9 importante at\u00e9 defender uma ideia. Mas se a pessoa tem medo de defender, complica \u2014 e isso n\u00e3o se aprende na escola. Falta autoconhecimento: conhecer a si, ao outro, e a melhor forma de interagir. Relacionamentos importam: com sua chefia, diretoria, em casa, aqui entre n\u00f3s \u2014 com o Jefferson na t\u00e9cnica. Quando todo mundo se entende, o clima \u00e9 bom; quando n\u00e3o, o clima pesa.<\/p>\n<h3>Rela\u00e7\u00f5es \u00cdntimas e Vulnerabilidade<\/h3>\n<p>\u2014 <strong>Marcos:<\/strong> Agora, Marcelo, em rela\u00e7\u00f5es \u00edntimas, como a falta de vulnerabilidade sabota a conex\u00e3o e a resolu\u00e7\u00e3o de conflitos?<\/p>\n<p>\u2014\u00a0<strong>Marcelo:<\/strong> A falta de vulnerabilidade aparece em dois extremos.<br \/>\nDe um lado, a hipersensibilidade: qualquer coisa chateia e a pessoa se fecha. Costuma ocorrer em perfis melanc\u00f3licos. Do outro, o excesso de rigidez: gente muito dura, impositiva, que quer sempre colocar o pr\u00f3prio ponto de vista e decis\u00e3o \u2014 \u00e0s vezes at\u00e9 for\u00e7ando o outro a \u201cbater de frente\u201d numa <a href=\"https:\/\/marceloj.com\/b\/debate-o-campo-de-batalha-para-formar-um-mindset-critico\/\">discuss\u00e3o<\/a> para \u201cachar o ponto\u201d. Pense num casal: um movido pela praticidade, energia intensa de resolver; o outro, mais vulner\u00e1vel. Esse relacionamento pode funcionar se houver consci\u00eancia de si dos dois. Sem autoconhecimento, o inquebr\u00e1vel imp\u00f5e, imp\u00f5e, imp\u00f5e; o outro cede, cede, cede \u2014 at\u00e9 que a conta pese para ambos. No come\u00e7o, o impositivo \u201cvence\u201d discuss\u00f5es; depois, as brigas param. Ele se frustra porque o outro n\u00e3o reage e tenta for\u00e7ar o conflito. Isso pode escalar para agress\u00e3o ou separa\u00e7\u00e3o. Isso independe de g\u00eanero: tanto homem quanto mulher podem ocupar esses pap\u00e9is. Uma energia vem do est\u00f4mago (fazer, resolver); a outra, do cora\u00e7\u00e3o (sensibilidade). Cada um tenta puxar para o seu lado.<br \/>\nDa\u00ed a import\u00e2ncia de compreender o outro. Sem isso, o fim pode ser separa\u00e7\u00e3o, agress\u00e3o \u2014 e, com crian\u00e7as, pior: elas crescem achando que esse padr\u00e3o \u00e9 normal e reproduzem na vida adulta.<\/p>\n<h3>A Coragem de Ser Vulner\u00e1vel<\/h3>\n<p><strong>\u2014\u00a0Marcos: Muito bem. <\/strong>O tema de hoje no RBN Not\u00edcias \u00e9 \u201cComo o medo de ser vulner\u00e1vel afeta as nossas rela\u00e7\u00f5es\u201d.\u00a0No trabalho, perder a pose ou pedir ajuda afeta colabora\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o. Voltando nisso: pessoas submissas t\u00eam medo de perder o emprego e n\u00e3o imp\u00f5em seu ponto de vista, certo?<\/p>\n<p><strong>\u2014 Marcelo: <\/strong>Exatamente. E muitos chefes pedem justamente o contr\u00e1rio: que voc\u00ea coloque seu ponto de vista de forma pr\u00e1tica. Somos cobrados por isso \u2014 muitas vezes pagos por isso.<br data-start=\"4224\" data-end=\"4227\" \/>Se ficamos fazendo sempre a mesma coisa, sem nos posicionar, n\u00e3o somos produtivos.<br data-start=\"4313\" data-end=\"4316\" \/>Qual o risco de impor sua vis\u00e3o? Pode ser demitido. Mas, se n\u00e3o se posicionar, o risco \u00e9 o mesmo \u2014 por n\u00e3o entregar. Isso ajuda a calibrar at\u00e9 onde voc\u00ea pode ir. A chefia precisa dar feedback para ajustar limites. Se voc\u00ea passa, pode haver consequ\u00eancia; se fica muito abaixo, n\u00e3o entrega seu valor. Diferente de um relacionamento, onde n\u00e3o d\u00e1 para \u201ctestar limites\u201d como numa empresa: no relacionamento, a \u201cdemiss\u00e3o\u201d \u00e9 separa\u00e7\u00e3o. Na empresa, d\u00e1 para esticar um pouco o limite para mostrar competitividade. Se a chefia entende, apoia e d\u00e1 retorno. Se n\u00e3o entende, talvez n\u00e3o seja o lugar. Crescer implica se posicionar: expor ideias e planos, negociar quando n\u00e3o for o momento, perseverar no que acredita \u2014 e, se a empresa n\u00e3o seguir, entender o outro lado e oferecer contrapartidas. Flexibilidade \u00e9 chave.<br data-start=\"5200\" data-end=\"5203\" \/>Muita gente diz que n\u00e3o cresce, que n\u00e3o \u00e9 promovida. Muitas vezes falta se colocar. Quando voc\u00ea \u00e9 chamado a uma discuss\u00e3o, \u00e9 porque esperam algo de voc\u00ea \u2014 esse \u00e9 o momento.<br data-start=\"5387\" data-end=\"5390\" \/>Eu entrevisto muita gente. Muitos dizem que n\u00e3o veem possibilidade de crescer e, por isso, querem sair. V\u00e3o para outra empresa e repetem o padr\u00e3o: n\u00e3o se destacam, n\u00e3o colocam ideias, mudam de novo. \u00c9 como varrer a sujeira para debaixo do tapete. O mundo est\u00e1 cobrando que voc\u00ea fa\u00e7a diferente onde est\u00e1 \u2014 ser o seu melhor ali, n\u00e3o apenas mudar.<\/p>\n<p><strong>\u2014 Marcos: <\/strong>H\u00e1 tamb\u00e9m uma press\u00e3o social para sermos sempre fortes. Como desconstruir a ideia de que vulnerabilidade \u00e9 fraqueza e enxerg\u00e1-la como coragem?<\/p>\n<p><strong>\u2014 Marcelo: <\/strong>Lembro do <strong>Nassim Taleb e o conceito de antifr\u00e1gil<\/strong> \u2014 o contr\u00e1rio da vulnerabilidade: algo que, sob press\u00e3o, n\u00e3o quebra e at\u00e9 melhora.<br data-start=\"6116\" data-end=\"6119\" \/>A met\u00e1fora do bambu japon\u00eas ajuda: na tempestade, o carvalho quebra; o bambu se encurva e permanece. Isso exige autoconhecimento: saber limites e caracter\u00edsticas. Somos cobrados por produtividade, alta performance, controle emocional, resili\u00eancia, perspic\u00e1cia.<br data-start=\"6401\" data-end=\"6404\" \/>Alguns fazem \u201cbanho de gelo\u201d para treinar resili\u00eancia \u2014 pode funcionar, mas n\u00e3o \u00e9 para todos. O importante \u00e9 construir for\u00e7a no sentido amplo: n\u00e3o s\u00f3 \u201cfor\u00e7a bruta\u201d, mas for\u00e7a das ideias, negocia\u00e7\u00e3o, imposi\u00e7\u00e3o de vis\u00e3o quando necess\u00e1rio, e resili\u00eancia aprendida.<br data-start=\"6685\" data-end=\"6688\" \/>Essas for\u00e7as ajudam a viver uma vida que vale a pena. Se voc\u00ea \u00e9 fr\u00e1gil como o carvalho r\u00edgido \u2014 que quebra \u2014, qualquer vento derruba. Ent\u00e3o, ser forte importa, sem perder a flexibilidade.<\/p>\n<h3>O Primeiro Passo para a Vulnerabilidade Saud\u00e1vel<\/h3>\n<p><strong>\u2014 Marcos: <\/strong>Para quem quer come\u00e7ar, qual seria um primeiro passo seguro para praticar vulnerabilidade saud\u00e1vel e criar conex\u00f5es mais profundas?<\/p>\n<p><strong>\u2014 Marcelo: <\/strong>Assumir que pode estar errado. N\u00e3o h\u00e1 problema em reconhecer imperfei\u00e7\u00e3o.<br data-start=\"7175\" data-end=\"7178\" \/>H\u00e1 pessoas que precisam sempre acertar; qualquer erro vira culpa, ang\u00fastia.<br data-start=\"7257\" data-end=\"7260\" \/>Quando voc\u00ea se permite errar, a culpa diminui e surge <a href=\"https:\/\/marceloj.com\/b\/a-era-da-dependencia-cognitiva-como-a-inteligencia-artificial-esta-transformando-nosso-aprendizado\/\">aprendizado<\/a>.<br data-start=\"7334\" data-end=\"7337\" \/>Cito Milton Erickson: \u201cSomos perfeitamente imperfeitos.\u201d<br data-start=\"7401\" data-end=\"7404\" \/>Ao reconhecer isso, fica mais f\u00e1cil aprender com as imperfei\u00e7\u00f5es e fazer melhor \u2014 para voc\u00ea, para a rela\u00e7\u00e3o e para o contexto em que vive.<br data-start=\"7542\" data-end=\"7545\" \/>At\u00e9 lembro de uma m\u00fasica sertaneja que est\u00e1 nas trends: um homem canta \u201cminha mulher assumiu que estava errada\u201d. \u00c9 inspirador. Reconhecer o erro e dizer \u201cvou fazer de tudo para acertar da pr\u00f3xima vez\u201d faz voc\u00ea viver melhor.<\/p>\n<h3>Sensibilidade, Autoconhecimento e Equil\u00edbrio<\/h3>\n<p><strong>\u2014 Marcos: <\/strong>RBN Not\u00edcias: medo de ser vulner\u00e1vel e como isso afeta as rela\u00e7\u00f5es. Expor demais traz o risco de ser ferido. Existe um limite? D\u00e1 para dizer \u201ctanto por cento para c\u00e1, tanto para l\u00e1\u201d?<\/p>\n<p><strong>\u2014 Marcelo: <\/strong>N\u00e3o existe f\u00f3rmula. \u00c9 feeling: perceber quanto ser vulner\u00e1vel te afeta e quanto ser \u201cantivulner\u00e1vel\u201d impacta os outros quando voc\u00ea imp\u00f5e seu ponto de vista.<br data-start=\"8206\" data-end=\"8209\" \/>O ouvinte precisa ajustar conforme a pessoa e o contexto: com alguns, d\u00e1 para ser mais aberto; com outros, menos.<br data-start=\"8326\" data-end=\"8329\" \/>Por isso, sensibilidade \u00e9 virtude crucial \u2014 um n\u00edvel de desenvolvimento pessoal.<br data-start=\"8417\" data-end=\"8420\" \/>Primeiro, conhecer a si e identificar seus sentimentos. Depois, um n\u00edvel mais alto: reconhecer o sentimento do outro.<br data-start=\"8545\" data-end=\"8548\" \/>Olhe para quem \u00e9 pr\u00f3ximo \u2014 c\u00f4njuge, filhos, pais. Se algo que voc\u00ea disse chateou, talvez voc\u00ea tenha passado do ponto.<br data-start=\"8673\" data-end=\"8676\" \/>Alguns t\u00eam pouca sensibilidade (mais fechados em si), outros t\u00eam muita. Em termos de temperamentos, o <a href=\"https:\/\/marceloj.com\/b\/os-4-temperamentos-quais-sao-como-funcionam-e-como-podem-me-ajudar\/\">col\u00e9rico<\/a> tende a n\u00e3o enxergar o sentimento alheio; o <a href=\"https:\/\/marceloj.com\/b\/os-4-temperamentos-quais-sao-como-funcionam-e-como-podem-me-ajudar\/\">melanc\u00f3lico<\/a> enxerga quase s\u00f3 o dos outros e esquece a pr\u00f3pria for\u00e7a.<br data-start=\"8927\" data-end=\"8930\" \/>A chave \u00e9 equil\u00edbrio, Marcos \u2014 essa \u00e9 a grande quest\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u2014 Marcos: <\/strong>Bom, Marcelo, chegamos ao final do RBN Not\u00edcias. Mais uma vez, muito obrigado por estar conosco.<\/p>\n<p><strong>\u2014 Marcelo: <\/strong>Eu que agrade\u00e7o. At\u00e9 a pr\u00f3xima.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vulnerabilidade \u00e9 essencial para relacionamentos aut\u00eanticos, com autoconhecimento, coragem, comunica\u00e7\u00e3o e resili\u00eancia para resolver conflitos.<\/p>\n","protected":false},"author":123457,"featured_media":2324,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86,278,242,520],"tags":[332,1045,1046,269,580,1047,1044],"class_list":["post-2325","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-coach","category-comportamento-humano","category-neurociencia-e-pnl","category-saude-mental","tag-autoconhecimento","tag-comunicacao","tag-coragem","tag-relacionamentos","tag-resiliencia","tag-sensibilidade","tag-vulnerabilidade"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/marceloj.com\/b\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Blog-Capa-do-Programa-RBN-Noticias.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/marceloj.com\/b\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2325","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/marceloj.com\/b\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/marceloj.com\/b\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marceloj.com\/b\/wp-json\/wp\/v2\/users\/123457"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marceloj.com\/b\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2325"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/marceloj.com\/b\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2325\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2327,"href":"https:\/\/marceloj.com\/b\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2325\/revisions\/2327"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marceloj.com\/b\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2324"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/marceloj.com\/b\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2325"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/marceloj.com\/b\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2325"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/marceloj.com\/b\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2325"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}